O fenômeno Eletroforese Capilar

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07

Ago 2019

Quer saber mais sobre Eletroforese Capilar? Leia este artigo.

Vamos conhecer o que é Eletroforese Capilar e suas aplicações.

O fenômeno denominado eletroforese é definido como sendo a migração de espécies carregadas eletricamente, que ocorre quando as mesmas são dissolvidas ou suspensas em um eletrólito, através do qual uma corrente elétrica é aplicada.

Esta técnica de separação foi desenvolvida pelo químico Arne Tiselius para o estudo de proteínas em soro e por este trabalho ele ganhou o prêmio Nobel em 1948.

Este método, denominado solução livre, era bastante limitado devido à instabilidade do aparelho, e mais significativamente, pelos efeitos de difusão e aquecimento gerados pelo campo elétrico, os quais comprometiam a resolução (a separação) dos compostos.

Eletroforese Capilar Estes efeitos foram minimizados com a introdução de suporte (gel ou papel) que ajudou a conter o movimento livre dos analitos, de forma que o efeito da difusão fosse diminuído. Entretanto, este sistema oferecia um baixo nível de automação, tempos de análise longos e após a separação a detecção era feita visualmente.

A eletroforese capilar (EC) é uma técnica que foi introduzida em 1981, por Jorgenson e Lukacs e tem sido aceita cada vez mais, como um importante método analítico. Em sua forma mais simples a EC é uma aproximação da técnica original, descrita por Tiselius, porém emprega-se um tubo capilar, preenchido com um eletrólito, conforme o próprio nome sugere.




Especificações técnicas do equipamento "Eletroforese capilar"

Possuimos três modelos com sistemas com controles distintos.

As vantagens são as seguintes:
• A aquisição espectral total (190 - 400 nm) facilita a identificação do pico
• Limite inferior de detecção com esquema óptico otimizado
• Pressão de injeção controlada (-100 mbar a +100 mbar) permite a análise de amostras viscosas
• Injeção reversa de amostras sob vácuo: tempo de análise ultracurto (menos de 1 min) e empilhamento de amostras para diminuir o limite de detecção
• Métodos de separação totalmente programáveis
• Troca de cassete capilar em apenas alguns segundos
• Regulação da temperatura capilar de alta eficiência com água (10 oC abaixo a 30 oC acima do ambiente)
• Consumíveis de código aberto reduzem o custo de operação
• Configuração fácil de método e análise de dados com o pacote de software "Elforun"



Aplicações da eletroforese capilar (EC)

A eletroforese capilar (EC) é uma técnica aplicável na determinação de uma grande variedade de amostras, incluindo hidrocarbonetos aromáticos, vitaminas hidro e lipossolúveis, amino ácidos, íons inorgânicos, ácidos orgânicos, fármacos, catecolaminas, substâncias quirais, proteínas, peptídeos e muitos outros. Uma característica que difere a EC das outras técnicas é a sua capacidade única para separar macromoléculas carregadas eletricamente de interesse tanto em indústrias de biotecnologia quanto em pesquisas biológicas.

Além disso, o DNA humano contém cerca de 3 bilhões de nucleotídeos e as altas velocidades de análises, obtidas pela EC, permitiram que milhares de nucleotídeos fossem seqüenciados em um único dia.




Capilares

Os capilares podem ser de vidro (para l > 280 nm), teflon (flexível, transparente no UV, porém não pode ser usado com alta voltagem), ou sílica fundida, normalmente recoberta externamente com uma camada de proteção de poliamida, que produz uma melhora na resistência mecânica, uma vez que é extremamente frágil e se quebra com facilidade.

Uma pequena porção deste recobrimento é removida a fim de se formar uma janela para a detecção. A janela é então alinhada ao centro óptico do detector.




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